Impostômetro

sábado, 30 de julho de 2011

Rapidinhas do FDS - Jovem morre depois de passar 12hs jogando

São Paulo - Segundo o jornal britânico The Sun, Chris Staniforth, um jovem de 20 anos, morreu em Sheffield, Inglaterra, depois de passar 12 horas jogando Xbox 360.
Chris morreu pela formação de coágulo de sangue, resultado de muitas horas sentado na mesma posição. Segundo o jornal, o rapaz estava com uma trombose venosa profunda. "Como pai, você acha que jogos de videogame não podem fazer-lhes mal algum, porque você sabe o que eles estão fazendo. As crianças de todo o país estão jogando esses jogos por longos períodos e eles não percebem que isto pode matá-los", disse David Staniforth, pai de Chris, ao The Sun.
Um amigo de Chris testemunhou a morte e contou ao jornal que o garoto se queixou de uma dor estranha no peito. O rapaz desmaiou duas vezes e, no segundo desmaio, começou a sofrer espasmos. O socorro foi chamado, mas os paramédicos não chegaram a tempo.

Facebook recompensa quem encontrar falhas na rede social
Washington - O Facebook começou nesta sexta-feira a oferecer recompensas de 500 dólares ou mais a especialistas em segurança virtual que identificarem vulnerabilidades na rede social.
"Para mostrar nosso apreço por nossos pesquisadores de segurança, oferecemos a eles uma recompensa monetária por certas falhas de segurança que descobrirem", anunciou o Facebook em um blog.
O especialista em segurança informática que for "a primeira pessoa a divulgar de forma responsável" um erro que possa "comprometer a integridade ou a privacidade dos dados do usuário de Facebook" poderá receber uma recompensa de 500 dólares, indicou o Facebook.
"Nossa equipe de segurança avaliará cada decisão para determinar se reúne os requisitos", completou.
O gigante das redes sociais, com sede em Palo Alto, Califórnia, afirmou que a recompensa de 500 dólares pode subir "para falhas específicas".
O Facebook contratou no mês passado George Hotz, um famoso hacker conhecido como "GeoHot", mas não revelou qual o trabalho dele na companhia.
Hotz foi processado pela Sony por hackear o console PlayStation 3 dessa companhia japonesa e é considerada a primeira pessoa a ter tornado pública uma forma de hackear o iPhone.

Fonte: Exame.com

terça-feira, 26 de julho de 2011

LinkedIn cria botão para candidatos a emprego

São Paulo — Depois de Facebook, Twitter, Google e outros, agora é o LinkedIn, rede voltada para networking profissional, que criou seu próprio botão para uso em outros sites. Chamado, em inglês, de Apply with LinkedIn, ele foi elaborado para ser usado em sites de empresas em busca de profissionais. Quem quiser se candidatar a uma vaga precisa apenas clicar no botão correspondente.
A vantagem de dessa forma de inscrição é que o candidato não precisa ficar preenchendo longos formulários. Basta clicar no botão. Seus dados previamente cadastrados no LinkedIn serão enviados à empresa que abriu a vaga. Se a pessoa tiver recomendações de outros profissionais no LinkedIn, elas também serão repassadas à empresa.
O botão já está presente em sites de algumas poucas empresas, como PhotoBucket, TripIt, Netflix e o próprio LinkedIn. Quando o candidato clica nele, o LinkedIn mostra os contatos que a pessoa tem naquela empresa. A ideia é que ela tenha a chance de pedir mais recomendações a esses profissionais. Se não houver contatos na empresa, a rede social ainda sugere pessoas que podem apresentar alguém de lá ao candidato. “As estatísticas mostram que as recomendações são a fonte número um de contratações em empresas”, escreveu Jonathan Seitel ao apresentar o novo botão no blog oficial do LinkedIn.
A ideia parece muito boa. Não faz sentido ficar enviando currículos ou preenchendo formulários quando os dados que interessam à empresa já estão disponíveis nas redes sociais. No entanto, ela pode criar um efeito colateral indesejado. A facilidade de poder se candidatar com apenas um clique pode levar pessoas mais desesperadas por um emprego a sair clicando no botão em muitos sites, mesmo quando a vaga não combina muito com seu perfil. E o resultado será trabalho extra para quem faz a seleção.

Fonte: Nominuto.com

Sine-Natal faz parceria com empresas para intermediação de mão-de-obra

Três grandes empresas do ramo de comércio, localizadas em Natal, colocaram 205 vagas vagas de trabalho à disposição do Sistema nacional de Emprego - Sine-RN - para intermediação de mão-de-obra.
Para concorrer não é exigido experiência profissional, mesmo assim, os candidatos com ensino médio concluído terão preferência na concorrência. “Essa é uma iniciativa que devemos comemorar, tendo em vista que hoje a nossa preocupação à frente da gestão da Sethas é construir uma política social com base na qualificação, ocupação e renda”, ressaltou o secretário Luiz Eduardo Carneiro Costa.
As vagas são distribuídas da seguinte maneira: 18 vagas para assistentes de vendas, oito para operadores de caixa, seis para assistentes de produtos financeiros, cinco para fiscais de loja, seis para auxiliar de loja, dois para auxiliar de estoque, uma para auxiliar de expedição, quatro para vendedores lojistas, 15 para promotores de vendas, 80 para auxiliares de vendas e 68 para operadores de caixa.
O processo de encaminhamento já começou, segundo o subsecretário de Trabalho da Sethas, Antoir Mendes, e será feito até o próximo dia 2, mas uma das empresas encerra a sua busca nesta sexta-feira, 29. De acordo com Naira Rodrigues, gerente de intermediação de mão-de-obra do Sine-RN, dependendo do desempenho dos candidatos encaminhados, poderá haver uma nova chamada para o preenchimento das vagas.
Para concorrer, o interessado na vaga deve procurar um dos seis postos do Sine, em Natal, para fazer o cadastro, portando carteira de trabalho, identidade, CPF e um comprovante de residência. Quem já for cadastrado, deve levar apenas a carteira de trabalho.
A sede do Sine-RN fica localizada na rua Nossa Senhora da Candelária, S/N, no bairro Candelária. Os demais postos funcionam nas Centrais do Cidadão, com exceção da Central do Praia Shopping, que está em reforma.
Para mais informações é só acessar a página do Sine na internet no endereço: www.sine.rn.gov.br e clicar na Bolsa de Empregos.

Fonte: Nominuto.com

domingo, 24 de julho de 2011

Pequeno empresário ganha uma semana a mais para pagar o Simples de junho

Brasília – Os micro e pequenos empresários ganharam mais uma semana para pagar o Simples Nacional referente ao mês de junho. O prazo original, vencido na quarta-feira (20), foi prorrogado para o dia 29 por causa de dificuldades técnicas do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) que acarretaram atraso de dois dias na implantação do sistema de arrecadação.
O Comitê Gestor do Simples Nacional informa que o programa gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) já foi devidamente atualizado para disponibilizar o formulário com a nova data de vencimento, sem cobrança de qualquer acréscimo.
Regime tributário diferenciado, que unifica o recolhimento de oito impostos e contribuições nos três níveis de governo, o Simples Nacional arrecadou R$ 35 bilhões no ano passado, com média mensal de R$ 3 bilhões. Essa média aumentou um pouco este ano, de acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio à Pequena e Média Empresa (Sebrae), porque 204.332 empresas aderiram ao sistema de simplificação tributária.
A arrecadação do Supersimples, como também é conhecido, engloba o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), a Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), o PIS/Pasep, a Contribuição Patronal Previdenciária (CPP), o Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).

Fonte: Agência Brasil

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Copom eleva taxa de juros para nível mais alto desde janeiro de 2009

Brasília - O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu elevar de 12,25% para 12,5% ao ano a taxa básica de juros (Selic). Foi a quinta elevação da taxa este ano. É a mais alta taxa desde janeiro de 2009 (12,75% ao ano).
Em nota divulgada no início da noite, o Copom disse que, "avaliando o cenário prospectivo e o balanço de riscos para a inflação, decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic para 12,5% ao ano, sem viés".
Desta vez, o Copom não citou a necessidade de manutenção do processo de elevação da taxa por "horizonte prolongado", como constava em notas anteriores.
Fonte: Agência Brasil

Setor de serviços já responde por 70% da mão de obra no PIB do país

Rio de Janeiro - O setor de serviços vem garantindo a expansão do emprego nos últimos dez anos e aumentando progressivamente a participação no Produto Interno Bruto (PIB), disse à Agência Brasil o presidente da Confederação Nacional de Serviços (CNS), Luigi Nesse, ao comentar a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada hoje (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Segundo ele, o setor representa atualmente 69% do PIB e participa com 70% da mão de obra empregada no país. “Essa participação vem crescendo nos últimos 20 anos e, nos últimos três, chegou a aumentar 2 pontos percentuais na totalidade do PIB”, declarou.
Para o presidente da CNS, esta participação poderá crescer ainda mais: entre 5% a 10% do PIB. Para isso, defende medidas de desoneração na folha de pagamento das empresas.
“Há, sem dúvida, a necessidade de que o governo desonere o peso da mão de obra na folha de pagamento das empresas, o que poderá aumentar ainda mais a empregabilidade no setor. Nós já estamos trabalhando com o governo, que está empenhado neste sentido. Parece-me que nos próximos dias a presidenta Dilma (Rousseff) vai anunciar alguma coisa”.
Luigi ressaltou, ainda, que o aumento da participação do setor na geração de emprego e em sua relação direta com o PIB é uma tendência mundial. “Esta tendência já pode ser verificada nos grandes países como os Estados Unidos, onde o setor de serviços chega a representar 79% do PIB; e na União Europeia onde ela é também de 70%”.
Para ele, no caso do Brasil, a melhora na taxa de desemprego do país constatada pela Pesquisa Mensal de Emprego, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), reafirma exatamente está tendência.
O presidente da CNS alerta, porém para o fato de que já começa a faltar mão de obra qualificada em vários dos segmentos, como o de tecnologia da informação, da construção civil – setor que demanda inclusive mão de obra de baixa qualificação - e também nas áreas de telemarketing e teleatendimento.
“Juntamente com os subsetores de feiras e congressos e, principalmente, o de telefonia, que registraram uma grande expansão na demanda por mão de obra - onde existe uma rotatividade muito grande em razão exatamente da falta de qualificação do trabalhador”.
A Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE indica que em junho a taxa de desocupação era de 6,2%, a menor para os meses de junho desde o início da série histórica em março de 2002. Mostra, ainda, um nível de ocupação de 53,5% da população economicamente ativa do país – o equivalente a 22,4 milhões de trabalhadores.

Fonte: Agência Brasil

Copom define hoje nova taxa básica de juros

Brasília - O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) inicia hoje (20) à tarde a segunda etapa da reunião para definir a taxa básica de juros, a Selic. O resultado será divulgado à noite, depois de os diretores do BC debaterem sobre a conjuntura econômica nacional e internacional.
Os analistas do mercado financeiro consultados pelo BC semanalmente esperam por mais uma elevação de 0,25 ponto percentual na taxa, que atualmente está em 12,25% ao ano. Neste ano, o Copom elevou a Selic em 0,50 ponto percentual, em janeiro e março, e em 0,25 ponto percentual, em abril e junho.
O Copom aumenta a Selic quando a economia está aquecida, com trajetória de inflação em alta. Nesse cenário de economia aquecida, a procura por bens e serviços cresce e há dificuldade para a indústria, o comércio e o setor de serviços suprirem o consumidor na mesma proporção do aumento da demanda. Como o aumento da demanda e da oferta não tem o mesmo ritmo, os preços sobem, gerando inflação.
O principal instrumento usado pelo Banco Central para controlar a inflação é elevar a taxa Selic, como forma de tornar o crédito mais caro. Ao elevá-la, a ideia do BC é estimular a poupança e conter a expansão excessiva da demanda. Mas há economistas que criticam esse método de combate à inflação com o aumento da Selic. Isso porque o aumento dos juros onera investimentos empresariais e agrava a dívida pública.
Cabe ao BC controlar a inflação e atingir a meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, formado pelos ministros da Fazenda e do Planejamento e o presidente da autoridade monetária. Para este ano, 2012 e 2013, a meta de inflação tem como centro 4,5% e margem de tolerância de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 6,5%.
O presidente do BC, Alexandre Tombini, tem ressaltado que a inflação só deve convergir para o centro da meta em 2012. Segundo projeção do BC, a estimativa para a inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), é 5,8%, neste ano, e 4,8%, em 2012.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA ficou em 0,15% em junho, a quinta redução mensal consecutiva este ano. No acumulado de 2011, o IPCA chega a 3,87%. Em 12 meses encerrados em junho, a inflação está em 6,71%, a maior desde julho de 2005, que havia apresentado taxa anualizada de 7,27%.

Fonte: Agência Brasil

sábado, 16 de julho de 2011

'Efeito Google' reduz a memória, mas aumenta habilidades de busca

Washington - Os motores de busca como Google e as bases de dados na internet se transformaram em uma espécie de "memória externa" de nosso cérebro, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira (14) na revista "Science", que revela que perdemos memória retentiva de dados, mas ganhamos habilidades de procura.
Os educadores e cientistas já advertiam que o homem estava se tornando cada vez mais dependente das informações online, mas até agora havia poucos estudos que o confirmavam, assinala a psicóloga Betsy Sparrow, professora adjunta da Universidade de Columbia (Nova York) e autora do estudo.
Foi justamente sua experiência pessoal - ao perceber que recorria com frequência à base de dados de cinema IMDB para lembrar o nome de alguns atores - que a levou a analisar ainda mais os hábitos de estudo e aprendizado das novas gerações.
Sparrow menciona o doutor em Psicologia Daniel Wegner e professor Universidade de Harvard, que há 30 anos já havia elaborado a teoria da "memória transacional", referente à capacidade de dividir o trabalho de lembrar certo tipo de informações compartilhadas.
Como exemplo, ele apontava um casal em que o marido confia que a esposa lembre datas importantes, como consultas médicas, enquanto ela confia que ele lembre nomes de parentes distantes. Assim, ambos não duplicam informações nem "ocupam" memória.
Por causa desta teoria, Sparrow se perguntou se a internet estava desempenhando esse papel com todo internauta, como uma grande memória coletiva. Junto com sua equipe, ela realizou uma série de experimentos com mais de 100 estudantes de Harvard para examinar a relação entre a memória humana, a retentiva de dados e a internet.
A equipe descobriu que, quando os participantes não sabiam dar respostas às perguntas, automaticamente pensavam em seu computador como o lugar para encontrar as informações necessárias.
Os pesquisadores descobriram que, se os estudantes sabiam que as informações poderiam estar disponíveis em outro momento ou que poderiam voltar a buscá-la com a mesma facilidade, não lembravam tão bem a resposta como quando achavam que os dados não estariam disponíveis.
Outro dos padrões de comportamento indicados no estudo é que as pessoas não lembram necessariamente como obtiveram certas informações. No entanto, tendem a lembrar onde encontraram os dados que precisam quando não são capazes de lembrar exatamente as informações.
O estudo "Google Effects on Memory: Cognitive Consequences of Having Information at Our Fingertips" sugere que a população começou a usar a internet como seu "banco pessoal de dados", conhecido como o "efeito Google", e os computadores e motores de busca online se transformaram em uma espécie de sistema de "memória externa".
Sparrow diz que não ficou surpresa ao constatar que cada vez mais pessoas não memorizam dados porque confiam que podem consegui-los com suas habilidades de busca. "Somos realmente eficientes", destaca.

Fonte: Exame.com

Tributação vai comparar informações do Governo e Prefeitura

Na guerra contra a sonegação de tributos municipais vale tudo, inclusive, cruzar informações da Prefeitura de Natal e do Governo do Estado. É assim que na prática irá funcionar o acordo técnico firmado na tarde da última quinta-feira (14) entre o secretário municipal de Tributação, André Macedo e o secretário estadual de Tributação, José Airton da Silva.
A ferramenta de congruências de informações será encontrada na Nota Fiscal Eletrônica conjugada, que fornecerá os números dos últimos cinco anos em relação ao faturamento dos cartões de crédito e de débito dos contribuintes de Imposto Sobre Serviço (ISS).
A idéia do secretário André Luis Macedo é identificar os maus pagadores de tributos e cobrar (com os dados do Governo em mãos) o valor correto que foi recebido. “A assinatura desse convênio específico irá remeter a Prefeitura os contribuintes localizados em Natal e quanto cada um gastou por mês”, explica.
Por exemplo, se o cartão de crédito X informar que na academia foi gasto o valor de R$ 10 mil, esse mesmo valor terá que ser informado a Secretaria. Caso contrário o contribuinte responderá por sonegação fiscal.
O trabalho direcionado a inteligência fiscal é mais uma ferramenta para a Secretaria Municipal de Tributação e surgiu da necessidade do município de conhecer realmente quem são e quanto gastam seus contribuintes.

Fonte: Nominuto.com

Empréstimos para MPEs crescem 30% no RN

Os financiamentos do Banco do Nordeste às micro e pequenas empresas do Rio Grande do Norte cresceram 30% no primeiro semestre de 2011, em relação ao mesmo período do ano passado. Ao todo, foram investidos mais de R$ 108 milhões junto ao segmento, em 7.116 operações de crédito.
O valor destinado a empreendimentos fora da área metropolitana de Natal responde por 84% do total investido, com destaque para os municípios localizados nas regiões Oeste e Seridó. "Nos últimos anos, percebemos que a demanda segue uma tendência de interiorização, demonstrando a dinâmica da economia de todas as regiões potiguares", afirma o superintendente estadual do Banco no RN, José Maria Vilar. Os recursos do banco são direcionados ao financiamento de áreas como instalação de novos empreendimentos, inclusive franquias, até expansão e modernização de empresas já existentes, envolvendo recursos para aquisição de máquinas, equipamentos e veículos utilitários, além de capital de giro.
Nos últimos cinco anos, a instituição financeira destinou R$ 758,6 milhões às MPEs do estado, em cerca de 50 mil operações. O índice de regularidade dos pagamentos aos recursos concedidos para micro e pequenas empresas no RN é superior a 97%. "As MPEs têm uma grande capacidade de geração de empregos em relação ao volume de capital investido, o que nos faz crer que isso deve estar contribuindo para a manutenção da economia aquecida, especialmente no interior do estado", analisa Vilar.
 

Fonte: Tribuna do Norte

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Varejo espera manter alta no RN até o fim do ano

Embora a tendência seja de estabilização, o volume de vendas no comércio varejista no Rio Grande do Norte subiu acima da média nacional entre janeiro e maio de 2011, segundo Pesquisa Mensal do Comércio, divulgada ontem (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em maio, o volume de vendas no comércio varejista, que desconsidera a venda de veículos e material de construção, subiu 9,5% - percentual que ficou muito acima da média do País (6,2%) e rendeu ao estado a 6ª posição no ranking nacional, colocando-o na frente de estados como Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. Nos primeiros cinco meses, o incremento foi de 8,3%, também acima da média nacional (7,4%). Expectativa é fechar o ano com alta acima dos 10%.
Segundo projeções do economista Aldemir Freire, chefe do IBGE-RN, o volume de vendas no comércio varejista potiguar deverá manter-se no mesmo patamar ao longo do ano, embora oscilações não estejam descartadas. No Brasil, a tendência é que o ritmo desacelere neste semestre. Segundo Aldemir, pode até ser que fatores como alto índice de inadimplência, medidas de restrição ao crédito e inflação, brequem um pouco as vendas no Rio Grande do Norte. Isso, porém, não se refletirá numa desaceleração contínua e gradual. "O crescimento da renda e a expansão do crédito serão mantidos no Estado, mantendo as vendas", justifica.
Para Aldemir, o avanço das vendas no comércio varejista e também no comércio varejista ampliado, que inclui a venda de veículos e material de construção e subiu 11,1% em maio de 2011 (em relação ao mesmo período do ano passado), ainda é efeito da ampliação do número empregos gerados em 2010. "Mesmo havendo dispensas, houve uma expansão do mercado de trabalho local". Além de fatores como facilidade no acesso ao crédito e geração de empregos diretos, Marcus Guedes, diretor executivo da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio/RN) cita o impacto das vendas do Dia das Mães, uma das melhores datas para o comércio local e nacional, nos números divulgados pelo IBGE.
Embora a pesquisa realizada pelo IBGE não revele que setores foram responsáveis pelo incremento nas vendas no estado, Marcus afirma que as vendas de móveis, eletrodomésticos e equipamentos de informática e comunicação puxaram o índice geral, como ocorreu no País. Segundo Marcus, os dados do IBGE confirmam as projeções para o Estado. Embora não enxergue nada que possa alterar o desempenho do estado, pelo menos não neste primeiro momento, ele explica que o cenário nacional e internacional pode influenciar a economia potiguar e alterar o desempenho das vendas como um todo. A explicação é simples. "A gente não está solto no espaço", afirma.
No entanto, ele esclarece que "se nada mais sério ocorrer nos Estados Unidos e Europa ou no próprio Brasil,  tendência é manter esta taxa de crescimento". Isso porque "não está sendo aventado neste momento um aumento na taxa de juros. Além disso, o que tinha de haver de retração em termos de crédito já aconteceu". A taxa de crescimento será mantida, "a não ser que algum fator externo impacte nossa economia". Segundo Marcus, o RN deve fechar o ano com um crescimento nas vendas no comércio varejista acima de 10%.

Fonte: Tribuna do Norte

Google+ chega a 10 milhões de usuários

São Paulo — Ninguém sabe exatamente quantas pessoas que já se inscreveram no Google+. A nova rede social do Google foi aberta há duas semanas apenas a convidados e ainda está em fase de testes. Mesmo assim, há indícios de que o número de inscritos está perto de 10 milhões e poderá chegar a 20 milhões até o final desta semana. Só para comparar, o Facebook levou dois anos para atingir 12 milhões de usuários.
Quem fez as contas foi Paul Allen – não aquele que fundou a Microsoft com Bill Gates, mas o empreendedor homônimo que dirige a empresa FamilyLink. Numa série de artigos publicados em seu perfil no Google+, Allen foi divulgando suas estimativas sobre a quantidade de pessoas na rede social nos últimos dias.
Os números obtidos por ele são impressionantes. No dia 4, a rede tinha 1,7 milhão de usuários. No último sábado, dia 9, já eram 4,5 milhões. Hoje, ele escreveu que a conta estava em 9,5 milhões e que a marca de 10 milhões seria ultrapassada amanhã. Num período de menos de 34 horas entre dois cálculos sucessivos, 2,2 milhões de pessoas aderiram à rede social do Google. Se esse ritmo se mantiver, até o final desta semana, o Google+ terá mais de 20 milhões de usuários.
Para chegar a esses números, Allen partiu de uma lista de sobrenomes mais populares fornecida pelo US Census Bureau, o órgão encarregado dos recenseamentos nos Estados Unidos. Ele contou as pessoas com esses sobrenomes no Google+. Depois, extrapolou o número supondo que a porcentagem de pessoas com aqueles sobrenomes na rede social é similar à encontrada na população americana inteira.
Allen também supôs que, para cada americano, há 2,12 pessoas de outros países na rede. Ele chegou a essa proporção analisando uma amostra dos usuários e classificando-os por país. O método estatístico é impreciso, é claro. Mas permite constatar sem sombra de dúvida que a rede social do Google cresce exponencialmente. Ela deve continuar assim, a menos que o Google feche a porta para novos participantes.
Algumas pessoas já começam a extrapolar esses números para um futuro mais distante. O empreendedor americano Bill Gross, fundador de várias empresas nas últimas décadas, escreveu, em seu perfil, que o Google+ vai chegar a 100 milhões de usuários mais rapidamente que qualquer outro serviço na web. Se o Google mantiver as portas da rede social aberta, a profecia de Gross pode se realizar em poucas semanas. Mark Zuckerberg tem motivos para se preocupar.

Fonte: Exame.com

terça-feira, 12 de julho de 2011

Bradesco substitui senha por biometria em caixas

São Paulo - A partir de hoje, clientes do Bradesco poderão utilizar o sistema biométrico de leitura da palma da mão como única senha de acesso às transações bancárias em toda a rede de autoatendimento do banco.
Hoje, mais de cinco milhões de clientes do Bradesco já utilizam a leitura biométrica para efetuar suas transações, mas ainda era necessário digitar a senha de seis números, que agora não precisará mais ser utilizada, segundo comunicado do banco.
O sistema de biometria está instalado em todas as 3.672 agências do Bradesco e nos pontos externos da rede de autoatendimento Bradesco Dia e Noite, em todo o Brasil, informa o comunicado.
A biometria é uma das mais avançadas tecnologias de segurança. No caso dos equipamentos do Bradesco, o recurso utilizado é a leitura das veias da palma da mão do cliente. O sistema funciona como um scanner que captura a imagem do padrão vascular da palma da mão, que é único.
Os terminais do banco trarão mensagens de como os clientes podem aderir à biometria.
Fonte: Exame.com

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Bancos cresceram mais que empresas nos últimos 15 anos, aponta pesquisa

São Paulo - O magnata americano John Rockefeller, fundador da Standard Oil, costumava dizer que o melhor negócio do mundo era ter uma petroleira bem administrada — e o segundo melhor, ser dono de uma petroleira mal administrada.
No Brasil dos últimos 15 anos, a lógica de Rockefeller também vale, mas para outro setor da economia. Por aqui, bom negócio mesmo tem sido ser dono de banco. Um levantamento feito a pedido de EXAME pela Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), ligada à Universidade de São Paulo, mostra que, de 1996 a 2010, as 50 principais instituições financeiras do país cresceram bem mais e tiveram, em média, uma rentabilidade bastante superior à das 500 maiores empresas brasileiras.
No perío­do, os ativos dos bancos triplicaram, enquanto os das empresas aumentaram 29%. Nesse intervalo, cada real aplicado pelos banqueiros em suas instituições rendeu 15% ao ano, o dobro do retorno recebido pelos empresários.
É comum que os bancos sejam mais rentáveis que as empresas — e isso vale para a maioria dos países com economia diversificada. Bancos, afinal, não precisam fazer tantos investimentos em máquinas ou instalações e podem, no jargão do mercado financeiro, "alavancar" seu patrimônio.
Ou seja, para cada real que seus sócios têm em capital, um banco pode emprestar um punhado de reais a empresas, governos e pessoas. Mas há algo que chama a atenção no caso brasileiro: o tamanho da diferença entre o desempenho dos bancos e os resultados das empresas.
São Paulo - O magnata americano John Rockefeller, fundador da Standard Oil, costumava dizer que o melhor negócio do mundo era ter uma petroleira bem administrada — e o segundo melhor, ser dono de uma petroleira mal administrada.
No Brasil dos últimos 15 anos, a lógica de Rockefeller também vale, mas para outro setor da economia. Por aqui, bom negócio mesmo tem sido ser dono de banco. Um levantamento feito a pedido de EXAME pela Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), ligada à Universidade de São Paulo, mostra que, de 1996 a 2010, as 50 principais instituições financeiras do país cresceram bem mais e tiveram, em média, uma rentabilidade bastante superior à das 500 maiores empresas brasileiras.
No perío­do, os ativos dos bancos triplicaram, enquanto os das empresas aumentaram 29%. Nesse intervalo, cada real aplicado pelos banqueiros em suas instituições rendeu 15% ao ano, o dobro do retorno recebido pelos empresários.
É comum que os bancos sejam mais rentáveis que as empresas — e isso vale para a maioria dos países com economia diversificada. Bancos, afinal, não precisam fazer tantos investimentos em máquinas ou instalações e podem, no jargão do mercado financeiro, "alavancar" seu patrimônio.
Ou seja, para cada real que seus sócios têm em capital, um banco pode emprestar um punhado de reais a empresas, governos e pessoas. Mas há algo que chama a atenção no caso brasileiro: o tamanho da diferença entre o desempenho dos bancos e os resultados das empresas.
(Os bancos renderam menos que os juros entre 1996 e 2004 porque a taxa Selic foi altíssima no período: chegou a bater 40% ao ano para atrair investidores internacionais na fase de ajustes do Plano Real. Depois disso, o rendimento foi superior ao dos juros.)
Num ambiente tão hostil, surpreende que o parque industrial do país tenha crescido. Isso ocorreu, segundo especialistas, por duas razões. Uma delas é que o retorno das empresas varia bastante de acordo com o setor em que atuam — e há segmentos que, em alguns anos, chegam a ser mais rentáveis que os bancos.
As mineradoras, as farmacêuticas e as empresas de bens de capital, por exemplo, tiveram uma rentabilidade superior à média das instituições financeiras em 2010, de acordo com a Fipecafi. No caso das mineradoras, o bom desempenho se explica pelo aumento do preço do minério de ferro. As farmacêuticas foram beneficiadas pelo crescimento de renda da população, que passou a consumir mais medicamentos.
E as companhias de bens de capital, que produzem máquinas e equipamentos, ganham com o aumento dos pedidos das empresas. Outra razão foi o fato de os empresários terem se planejado para o longo prazo, talvez a única forma de esquecer o poder inibidor da combinação dos juros elevados com as bizarras barreiras à atuação das companhias brasileiras.
"Perdemos a primeira fase da expansão internacional, dos anos 90, porque tínhamos ajustes internos para fazer. Atualmente, o país tem a chance de evoluir em bases mais sólidas", afirma Luiz Carlos Trabuco, presidente do Bradesco. "A tendência, agora, é que o rendimento de bancos e empresas fique mais parecido. Quando isso acontecer, será um atestado que o país­ deu certo".

Fonte: Exame.com

Inadimplência do consumidor tem a maior alta no semestre dos últimos nove anos

Brasília - O consumidor teve mais dificuldades para honrar os pagamentos no primeiro semestre deste ano, segundo mostra o Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor, que subiu 22,3% entre janeiro e junho ante igual período do ano passado. Foi a maior alta desde 2002 com destaque para as dívidas contraídas com os bancos que aumentaram 8,1%.
Nas operações não bancárias, que incluem os cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água, a inadimplência aumentou 5,4%. O índice de cheques sem fundo aumentou 18,9%. Já os títulos protestados apresentaram um recuo de 11,7%, o que ajudou a segurar o índice médio de inadimplência.
Na comparação com maio, houve ligeira queda no indicador passando de 8,2% para 7,9%. Sobre junho do ano passado, a taxa avançou 29,8%, variação bem acima da medida entre maio deste ano e maio de 2010 (21,7%).
Os economistas da Serasa justificaram, por meio de nota, que o crescimento da inadimplência é consequência dos “efeitos da política monetária para controle da inflação, alta dos juros, IOF [Imposto sobre Operações Financeiras] e encarecimento do crédito”.
Para eles, deveria haver uma mudança no critério de avaliação de risco para a concessão de crédito, seguindo a tendência mundial com base no cadastro positivo em que a análise é mais abrangente.

Fonte: Agência Brasil