Impostômetro

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Brasil já tem 245,179 milhões de celulares

São Paulo - O Brasil encerrou o mês de janeiro com 245,179 milhões de linhas ativas na telefonia móvel. No primeiro mês de 2012 foram realizadas 2,947 milhões de novas habilitações. Trata-se do maior número de ingressos no sistema registrado em um mês de janeiro nos últimos 13 anos, conforme dados divulgados nesta quarta-feira (15) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Com esses últimos resultados, o Brasil registra uma "teledensidade" de 125,29 linhas móveis para cada cem habitantes, ou seja, há mais de um celular para cada brasileiro. A mais elevada "teledensidade" ao final de janeiro foi registrada no Distrito Federal, com 214,82 acessos para cada cem habitantes (dentro de um total de 5,727 milhões de celulares). Em São Paulo com 60,158 milhões de celulares, havia 143,93 acessos móveis para cada cem habitantes ao final de janeiro.

A mais baixa "teledensidade" em janeiro foi registrada no Maranhão, com 80,88 acessos para cada cem habitantes (dentro de um total de 5,350 milhões de celulares). O Maranhão, inclusive, foi o único Estado com menos de cem celulares para cada cem habitantes ao final de janeiro. Em todas as demais 26 Unidades da Federação já há mais de um celular por habitante.

Em dezembro de 2011, o Brasil tinha 242,231 milhões de linhas móveis, conforme dados da Anatel. A "teledensidade", ao final do ano passado, era de 123,87 acessos para cada cem habitantes. Ao final de janeiro deste ano, do total de acessos móveis em operação no Brasil, 200,7 milhões eram pré-pagos (81,86%) e 44,5 milhões, pós-pagos (18,14%). Em dezembro de 2011, havia 198,2 milhões de acessos pré-pagos (81,81%) e 44 milhões pós-pagos (18 19%).

Os terminais 3G (que permitem acessar a banda larga móvel) somaram mais de 50,8 milhões de acessos em janeiro, alta de 23 45% em relação aos 41,1 milhões de dezembro de 2011. A Anatel informa que a diferença é resultado da adequação na forma de identificação dos terminais com capacidade 3G habilitados nas redes das operadoras.

Na divisão de mercado, a liderança ao final de janeiro foi da Vivo, com 72,885 milhões de linhas (29,73% do total). Em segundo lugar ficou a Tim, com 65,126 milhões de celulares (26,56%). A terceira posição foi ocupada pela Claro, com 60,761 milhões de linhas (24,78%). A Oi ficou em quarto lugar, com 45,655 milhões de acessos móveis (18,62%). CTBC e Sercomtel também figuram na lista da Anatel mas, juntas, representam 0,3% do mercado, com cerca de 750 mil linhas.

Fonte: Exame.com

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Games on-line atrapalham relação conjugal, afirma pesquisa


São Paulo - Só 'mais meia horinha' pode sim fazer a diferença. Segundo uma pesquisa da Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos, jogos online, como World of Warcraft ou Call of Duty, são grandes fontes de tensão e descontentamento no casamento. Nada menos que 75% dos parceiros - principalmente as mulheres - de jogadores virtuais gostariam que eles passassem menos tempo salvando o mundo e se dedicassem mais às atividades conjugais.

"É senso comum que muitos casais enfrentam problemas em torno dos games, principalmente quando os maridos são viciados na jogatina. O impacto é claro", afirma Neil Lundberg, professor responsável pela pesquisa. "Descobrimos que o problema não é quantas horas a pessoa passa jogando, mas sim como esse período impacta a relação entre o casal", completa ele.

O jogo, afirma a pesquisa, pode tomar o tempo das conversas e atividades feitas em conjunto, momentos que aproximam o casal. Com isso, um dos cônjuges se sente abandonado.

Clube do Bolinha — E, quase sempre, é a mulher que fica de fora da festa. Os pesquisadores entrevistaram 349 casais em que ao menos um dos indivíduos é um jogador contumaz. Em 84% dos casais, esse é o homem. E no caso de casais que jogam juntos, em 73% dos casos o homem joga durante períodos maiores.

Chamar a esposa para a brincadeira, aliás, é a saída encontrada pelo estudo para resolver o problema na maioria dos casos. O jogo online tem um efeito positivo na vida de 76% dos casais que compartilham o joystick. Os jogadores, afirmam os pesquisadores, gostam de interagir com seus avatares — sua persona virtual — no universo online.

"Nem todos os videogames são ruins", afirma Michelle Ahlstrom, uma das autoras. "Alguns são divertidos e podem fortalecer a relação com o companheiro. É preciso considerar o conteúdo do jogo, quanto tempo ele exige, como ele afeta o trabalho, o sono e, sobretudo, a relação matrimonial", aconselha Ahlstrom.

Fonte: Exame.com

Lei federal pode padronizar regras de antenas para celulares



Brasília - Empresários do setor de telecomunicações defenderam nesta quarta-feira (15), que as regras para a instalação de antenas para os serviços de telefonia móvel sejam definidas por lei federal. Segundo o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil), há no país 254 regras diferentes.

“Há mais de 200 leis estaduais e municipais restringindo a implantação de antenas. Só no Distrito Federal, são necessários oito meses para se conseguir instalar uma antena. Por isso, o país precisa de uma lei federal, como forma de definir as regras para a instalação dessas antenas. Isso tem de entrar na pauta de governo, Congresso e imprensa”, defendeu o diretor do Sinditelebrasil, Eduardo Levy, durante debate no 10º Seminário Políticas de (Tele)Comunicações.

Para o presidente da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (TelComp), João Moura, o conflito de competência entre leis federais, estaduais e municipais acaba prejudicando a expansão da infraestrutura do setor.

A proposta também recebeu o apoio do secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Maximiliano Martinhão. “Vamos dar andamento adequado a essa iniciativa”, acenou Maximiliano. Ele lembrou que a preocupação dos legisladores estaduais e municipais, ao estabelecerem regras para a instalação das antenas, vai desde o risco de queda da antena até o de que as ondas tenham efeito na saúde das pessoas. “Mas o Ministério da Saúde já tem estudos apontando as situações em que elas não representam risco”, acrescentou o secretário.

“A solução final para a obtenção de licenças, só [será possível] por lei federal”, completou. “Eu acreditava que com a Lei 11.934 esse problema estaria resolvido. Mas não foi o caso”, lamentou Maximilano ao defender uma nova lei federal para tratar do tema.

A Lei 11.934 estabelece limites à exposição humana a campos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos, associados ao funcionamento de estações transmissoras de radiocomunicação, de terminais de usuário e de sistemas de energia elétrica.

O secretário disse ainda que pretende ampliar o acesso das populações que vivem na área rural à internet por meio da telefonia celular. “Nessas áreas, o acesso aos celulares é amplamente maior que o da internet. Essa é uma parcela grande da população brasileira que não têm acesso à internet. Podemos aproveitar isso [o fato de a telefonia móvel estar mais implantada nessas localidades]”, disse.

Fonte: Exame.com

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Rede social Tumblr cresce 680% no Brasil

São Paulo — Fenômeno especialmente entre os internautas mais jovens, o Tumblr é uma das redes sociais que mais cresceram em 2011. Nos Estados Unidos, as visitas ao site aumentaram 280%. No Brasil, o incremento foi de 680% segundo a própria empresa. Com esse crescimento explosivo, o Brasil tornou-se o segundo país em visitantes no Tumblr, que soma 44 milhões de blogs publicados no mundo.

Fundado em 2007 por David Karp, o Tumblr fica no meio do caminho entre o Twitter e os sites de blogs como o Wordpress e o Blogger. Poderia ser descrito como um site de miniblogs. Sua especialidade é a publicação rápida de fotos, vídeos e textos curtos. A empresa, que tem sede em Nova York, conta, agora, com uma executiva no Brasil, Gina Gotthilf, a gerente de internacionalização da rede social.

Em entrevista a EXAME.com, Gina confirmou que o site deve ganhar uma versão em português em breve, algo que já havia sido divulgado no início deste mês. Para ela, o sucesso do Tumblr se deve, principalmente, à facilidade de uso. “Blogs tradicionais exigem certa dedicação para cada post e também que seus usuários saibam escrever bem. No Tumblr, podem-se postar fotos, vídeos, músicas, links, frases e outros tipos de conteúdo sem muito esforço”, afirma ela.

Gina diz que a empresa ainda está procurando entender o comportamento dos brasileiros no site, que nem sempre é igual ao dos americanos. “Já deu para perceber que o usuário brasileiro ama o humor. Os posts mais compartilhados por aqui são sarcásticos, irônicos ou de piadas em geral. As imagens também são populares”, diz.

Outra diferença observada por ela é que os brasileiros, em geral, não usam o Tumblr como plataforma para sites mais elaborados ou para postar textos longos. “E muitos não aproveitam algumas de nossas melhores ferramentas de interação com o conteúdo e a comunidade, disponíveis quando se faz o log-in, como o Reblog, e o Like", acrescenta.

O Reblog, citado por Gina, permite que um post seja republicado num outro blog com poucos cliques. Essa facilidade acaba fazendo com que muitos blogs no Tumblr tenham pouco ou nenhum conteúdo original. Eles apenas reproduzem material disponível em outros blogs. Nos Estados Unidos, a presença de celebridades como a cantora Lady Gaga e o presidente Barack Obama no site ajudou a dar visibilidade a ele, algo que deve começar a acontecer também no Brasil.

O Tumblr ainda não tem um modelo de negócios claro. Gina ressalta que os usuários podem personalizar suas páginas à vontade, e podem incluir publicidade. Além disso, designers podem criar temas para os blogs e vendê-los no site, na área denominada Theme Garden (jardim de temas).

Gina diz que não há planos muito definidos para a abertura do escritório no Brasil. Mas a intenção existe. A imprensa americana chegou a divulgar que o projeto da empresa é inaugurar a subsidiária brasileira entre o final deste ano e o início de 2013. Seria a primeira fora dos Estados Unidos.

Fonte: Exame.com

Brasil quer aumentar exportações para a China


Brasília – O Brasil quer intensificar a pauta de exportações para a China, disse nesta segunda-feira (13) o vice-presidente da República, Michel Temer, logo depois da reunião da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban). Pelo lado chinês, participou o vice-primeiro-ministro do país, Wang Qishan.

Segundo Temer, o Brasil quer aumentar as exportações de carne para a China. “Pudemos enfatizar o nosso interesse em aumentar as nossas exportações de carnes de aves, de carne bovina e de porco”, disse o vice-presidente. Ele informou que a questão das exportações chinesas para o Brasil, que têm crescido nos últimos meses, também foi tratada. “Também solicitamos que fosse feito, pelos chineses, um eventual dimensionamento das suas exportações para o Brasil.”

Temer disse ainda que, além das carnes, o Brasil também tem interesse em vender aviões da Embraer para a China. O mercado de aviões executivos na China é um dos que mais crescem no mundo e o Brasil tem interesse em vender os jatos Legacy da Embraer para os chineses.

Outro ponto tratado na reunião foi o Programa Ciência sem Fronteiras que prevê o envio de estudantes brasileiros para especialização no exterior. A intenção é que 100 estudantes brasileiros possam estudar na China e o mesmo número de estudantes chineses possa vir estudar no Brasil.

De acordo com o vice-presidente, os dois países querem trabalhar em conjunto na formulação de políticas no âmbito do Brics – grupo formado pelo Brasil, pela Índia, China, Rússia e África do Sul – e também no G20, grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo.

O vice-primeiro-ministro chinês, Wang Qishan, disse que seu país tem interesse em fazer mais investimentos no Brasil, principalmente, na área de infraestrutura. Os chineses também querem aumentar a cooperação na área de ciência e tecnologia, especialmente na área de nanotecnologia.

Qishan disse ainda que o Brasil e a China, “como grandes economias emergentes”, devem trabalhar para recuperar a economia mundial. Além disso, ele alertou para a questão do protecionismo que tem sido adotado por muitas economias para proteger seus mercados. “O Brasil e a China, como grandes economias emergentes, devem combater o protecionismo e reformular as regras da economia internacional”.

A próxima reunião da Cosban deverá ocorrer até o fim de 2013.

Fonte: Agência Brasil

domingo, 12 de fevereiro de 2012

FIAP faz vídeo com as principais informações sobre o crescimento da TI

Conheça as oportunidades profissionais de um dos mercados que mais crescem no Brasil e no mundo

Levantamento feito pela FIAP mostrando informações importantes sobre o crescimento do mercado de TI no Brasil e no mundo.

Acesse o hotsite da FIAP: http://www.fiap.com.br/mercadodeti/

Empresas de TI não enfrentam prejuízos com desoneração da folha de pagamento


Brasília – Apesar de criticada por alguns setores da economia, a desoneração da folha de pagamento não enfrenta resistência nas empresas de tecnologia da informação (TI). Intensivo em mão de obra, o setor foi o mais beneficiado pela mudança no pagamento das contribuições à Previdência Social, de acordo com representantes da área.

O presidente da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), Antonio Gil, diz que o novo sistema, que entrou em vigor no fim de dezembro, barateia o custo da mão de obra e aumenta a formalização no segmento. “O novo modelo [de contribuição previdenciária] é essencial para melhorar a competitividade do setor de TI no Brasil”, avalia.

De acordo com estimativa do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis no Estado de São Paulo (Sescon-SP), o novo sistema de recolhimento é vantajoso apenas se o custo com os empregados representar mais de 10% do faturamento. Setores mais automatizados, como a indústria de confecções, pedem a revisão das alíquotas ou a adesão facultativa ao novo modelo porque alegam ter sido prejudicados.

Com o setor de TI, no entanto, a situação é diferente. Segundo Antonio Gil, o custo da manutenção da mão de obra nesse segmento representa de 35% a 50% das despesas totais de uma empresa. A proporção sobe para 60% a 70% com os encargos trabalhistas. “O desenvolvimento de softwares [programas de computador] envolve um número elevado de profissionais”, explica. Nas empresas de call center, que também foram incluídas na nova modalidade de contribuição, o peso é maior: de 40% a 45% sem levar em conta os encargos.

Para o presidente da Brasscom, a nova forma de contribuição tem outro efeito positivo para o setor de TI ao estimular a formalização dos empregados. “Para arcar com a mão de obra qualificada, que recebe salários acima da média do mercado, várias empresas optaram por contratar profissionais como pessoas jurídicas. Essa prática provoca risco de prejuízo com ações trabalhistas, que será diminuído com o modelo que entrou em vigor”, destaca.

Presidente da BRQ, empresa que desenvolve software para bancos, Benjamim Quadros diz que a desoneração da folha de pagamentos beneficia o segmento por causa da própria estrutura do setor no país. “A maioria das empresas [de TI] no país são de pequeno ou médio porte, onde os custos com os funcionários têm peso maior em relação ao valor das vendas”, ressalta Benjamin, cuja empresa tem 3 mil funcionários, mas só detém 2% do mercado nacional de TI.

Anunciada em agosto do ano passado como parte do Plano Brasil Maior (nova política industrial do governo), a desoneração da folha de pagamento mudou a forma como as empresas de cinco setores pagam a contribuição dos empregadores ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Em vez de pagarem 20% sobre a folha de pagamento, esses segmentos passaram a recolher um percentual sobre o faturamento.

Para as empresas de tecnologia da informação e de call center, a contribuição passou para 2,5% do faturamento. Para as confecções e as indústrias de calçados e de artefatos de couro, o percentual corresponde a 1,5%. O novo sistema vigora até 2014, quando o governo se reunirá com os setores contemplados e avaliará se esse modelo pode ser estendido a outros setores da economia.

Fonte: Agência Brasil

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Facebook se compromete a eliminar dados apagados


Viena - O Facebook se comprometeu a excluir definitivamente de seus servidores as informações que os usuários apagarem de suas contas, segundo os ativistas austríacos a favor da proteção de dados que enfrentam o gigante das redes sociais.

A companhia, que armazena informações de seus usuários classificadas em pelo menos 76 categorias, também se comprometeu a oferecer mais detalhes sobre a gestão de seus dados, explicou nesta terça-feira, durante entrevista coletiva em Viena, o promotor das queixas contra o Facebook, Max Schrems, um estudante de Direito de 24 anos.

Como a sede internacional da empresa - que agrupa todos os usuários, exceto os dos Estados Unidos e Canadá - fica em Dublin, os ativistas apresentaram 22 queixas às autoridades de proteção de dados da Irlanda, onde as leis são mais rígidas que as americanas nesta área.

Após alegar que o Facebook não cumpre as normas da União Europeia (UE) sobre o tema, uma negociação, dentro da legislação da irlandesa, foi aberta para chegar a um acordo amistoso, em encontro realizado na segunda-feira.

Os ativistas anunciaram progressos em suas aspirações durante o encontro. 'Conseguimos que o Facebook nos entregue uma lista com todas as categorias de dados que guardam sobre nós (os usuários)', disse nesta terça-feira Schrems, que assegurou que o grupo seguirá pressionando a empresa americana para melhorar a gestão dos dados privados de seus usuários.

Schrems empreendeu sua batalha legal contra o Facebook há alguns meses, após descobrir que a empresa guardava um arquivo sobre ele que continha 1.222 paginas divididas em 57 categorias, como hobbies, gostos, opiniões religiosas, e assim por diante.

Entre os dados, o que o alarmou foram as informações e conversas que já tinha apagado, mas que o Facebook não eliminou definitivamente de seus servidores.

Esse arquivo foi o que motivou as queixas às autoridades irlandesas, que deram razão a Schrems no final de dezembro e um prazo até junho para o Facebook melhorar suas políticas de privacidade, e as negociações atuais fazem parte dessa decisão.

'No geral, tivemos a sensação de que nossas queixas foram levadas muito a sério e que nossas propostas serão aplicadas pelo Facebook', frisou Schrems.

O universitário austríaco também denunciou que as autoridades irlandesas não queriam desafiar o gigante da internet, deixando nas mãos de estudantes a defesa dos dados de milhões de usuários de Facebook.

'É um absurdo estudantes terem que negociar com uma multinacional sobre a privacidade de 800 milhões de usuários', concluiu Schrems.

Fonte: Exame.com

491,4 milhões de smartphones foram vendidos em 2011


São Paulo - A maior variedade de smartphones e os esforços dos fabricantes para baixar preços na disputa pela preferência dos usuários têm estimulado a massificação desses handsets inteligentes em mercados maduros e aumentado consideravelmente as vendas em mercados emergentes.

Agora foi a vez da IDC divulgar dados de seu levantamento periódico relativos ao quarto trimestre de 2011. Pelos cálculos da IDC, entre outubro e dezembro do ano passado, 157,8 milhões de smartphones foram vendidos em todo o mundo, volume este 54,7% maior quando comparado ao do mesmo período de 2010, um novo recorde trimestral que superou, inclusive, a projeção de 40% que a consultoria havia estimado para o período.

No acumulado do ano, a consultoria estima uma remessa total de 491,4 milhões de smartphones, alta de 61,3% em relação ao montante dos 12 meses anteriores.

Os números são bem próximos dos recém-divulgados por outra consultoria, a Canalys: 158,5 milhões de smartphones no quarto trimestre de 2011 (57% maior frente ao mesmo período de 2010) e 487,7 milhões de smartphones embarcados no acumulado do ano passado (62,7% superior a 2010).

Fabricantes
O lançamento do iPhone 4S devolveu à Apple a liderança no ranking de fabricantes de smartphones, ao totalizar 37 milhões de aparelhos embarcados no último trimestre e acumular uma participação de mercado de 23,5%.

Em segundo lugar ficou a Samsung, com 36 milhões de smartphones vendidos e market share de 22,8%; seguida pela Nokia (19,6 milhões de unidades e 12,4% de share); RIM (13 milhões e 8,2%); e HTC (10,2 milhões e 6,5%). Outros vendors somaram 42 milhões de smartphones vendidos e respondem pelos 26,6% restantes do mercado.

A configuração do ranking dos cinco maiores fabricantes de smartphones mudou bastante nos últimos 12 meses. No quarto trimestre de 2010, a Nokia liderava, com 28,1 milhões de terminais inteligentes embarcados e market share de 27,6%; seguida pela Apple (16,2 milhões de smartphones e participação de 15,9%); RIM (14,6 milhões e 14,3%); Samsung (9,6 milhões e 9,4%); e HTC (8,7 milhões e 8,5%). Outros vendors respondiam por 24,8 milhões de smartphones e participação de mercado de 24,3%.

Fonte: Exame.com

Edital de licitação para 4G será publicado em 16 de abril


São Paulo - O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse há pouco que o edital de licitação para o leilão das faixas de radiofrequência para a quarta geração (4G) da telefonia celular será publicado no dia 16 de abril. Ele deu a declaração em São Paulo, durante o Campus Party, evento que ocorre no Pavilhão de Exposições do Anhembi nesta semana.

De acordo com Bernardo, após a publicação do edital, o Ministério tem 30 dias para realizar o leilão. "Estamos ainda na etapa de consultas públicas e queremos terminá-la para podermos publicar o edital no dia 16 de abril", reforçou o ministro. Até a declaração de Bernardo, não havia uma data fixa para a publicação do edital, o que poderia ocorrer até 30 de abril.

A meta do Ministério das Comunicações é implantar a tecnologia 4G em todas as cidades escolhidas para sediar os jogos da Copa do Mundo de 2014, no Brasil.

Paulo Bernardo disse ainda não ter ideia de quanto o governo poderá arrecadar com o leilão das faixas de radiofrequência por causa da estrutura do edital. "Se fosse um edital com base no critério de quem paga mais, leva, teríamos uma arrecadação extraordinária. Mas o nosso edital impõe uma série de condições aos participantes, o que deve levar as empresas a oferecerem lances menores", disse. Ele acrescentou, no entanto, que ainda continua prevalecendo o critério de quem pagar mais, leva. O ministro salientou estar bastante otimista em relação ao sucesso do leilão.

O leilão contemplará as faixas de 451 megahertz (MHz) a 458 MHz; de 465 MHz a 468 MHz e de 2,5 gigahertz (GHz) a 2,69 GHz. O leilão levará em consideração investimentos, parte da operação, retorno de capital e perspectiva de crescimento da demanda.

Fonte: Exame.com

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Itaú Unibanco lucra R$ 14,62 bi em 2011


O Itaú Unibanco divulgou nesta terça-feira (07), seus resultados financeiros referentes ao quarto trimestre de 2011 e também do acumulado do ano, no qual reportou lucro líquido de R$ 14,62 bilhões, valor 9,7% superior ao registrado no ano anterior, quando o resultado somou R$ 13,32 bilhões. Desta maneira, o banco teve um ganho anual histórico entre os bancos brasileiros.

Entre outubro e dezembro, o lucro líquido registrado foi de R$ 3,681 bilhões, contra R$ 3,89 bilhões registrado no mesmo período de 2010. Com isso, entre os dois períodos houve uma queda de 5,4% no lucro líquido do banco. A queda teria sido motivada por um aumento de despesas com empréstimos de difícil recuperação e inadimplência maior.

De acordo com o balanço, a carteira de crédito do banco avançou 19,1% em 2011 e 3,9% no último trimestre, alcançando R$ 397 bilhões.

Em dezembro de 2011, as despesas com provisão para créditos de liquidação duvidosa em 39% na comparação anual, para R$ 5,453 bilhões , enquanto o índice de inadimplência total (medido pelas operações de crédito com atraso superior a 90 dias) atingiu 4,9%, correspondendo a um aumento de  0,2 ponto percentual em relação a setembro de 2011 e 0,7 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano anterior.

A rentabilidade sobre patrimônio líquido médio anualizado (ROE) foi de 21,8% no último trimestre do ano, uma queda ante os 23% registrados no mesmo período do ano anterior.

Os analistas estimavam que a instituição financeira reportasse melhoras em seu índice de eficiência, já que isso foi citado pelo banco como uma prioridade para os próximos anos. Entre outubro e dezembro, o indicador foi de 47,3%, uma melhora ante os 51,9% registrados um ano antes. O Itaú Unibanco encerrou 2011 com ativos totais de R$ 851,3 bilhões, um incremento de 13,3% frente a 2010.


Fonte: IN

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Grupo de hackers assume autoria de ataque a site do Banco Central, administradoras de cartão de crédito e outros brancos


Brasília – O grupo de hackers Anonymous Brasil, que prometeu causar problemas em um site de banco por dia ao longo desta semana, anunciou pelo Twitter que um dos alvos de hoje é o Banco Central (BC).

O site do BC apresenta instabilidade, desde as 10h20, e há registros de que tenha ficado fora do ar por alguns minutos. O BC ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Na rede social, o grupo de hackers assume a autoria dos problemas no site: “Escolhemos um alvo de testes antes, só para calibrar nossas armas: http://www.bcb.gov.br - Apenas um teste rápido...”

A estratégia é fazer com que a página receba grande número de acessos ao mesmo tempo, fique sobrecarregada e, com isso, instável e até indisponível.

Os sites do Citibank, do BMG e do PanAmericano também foram alvos de hoje (3) do grupo de hackers Anonymous Brasil, depois do ataque à página da internet do Banco Central (BC). As páginas dos bancos apresentam instabilidade. Outro alvo de ataque foi o site da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Depois de atacar sites do Banco Central (BC), da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e de mais três bancos, o grupo de hackers Anonymous Brasil derrubou as páginas das administradoras de cartões Cielo e Redecard. As páginas das duas empresas na internet estão fora do ar.

As páginas atacadas durante a manhã estão operando normalmente. Em todos os casos, o grupo anunciou os ataques por meio da rede social Twitter. Apesar de usuários terem relatado instabilidades na página da Caixa Econômica Federal por volta das 11h, a instituição negou qualquer problema em seus sistemas. O Anonymous Brasil não confirmou se a Caixa também foi vítima dos ataques.

O HSBC foi o alvo de ontem (2) do grupo. O banco informou, em nota, que houve um “volume de acessos acima do esperado” no site. Na quarta-feira (1º), foi a vez de o site do Banco do Brasil registrar picos de acesso. Segundo o BB, houve lentidão no sistema em algumas regiões do país, mas não houve risco para a segurança dos dados dos clientes. Há registros de que a página do BB tenha saído do ar, mas o banco nega.
 
Os hackers também dizem ter provocado problemas no site do Bradesco, na última terça-feira (31), e na página do Itaú, no dia 30 de janeiro. Em nota, o Bradesco disse que o site apresentou “momentos de intermitência com volume de acessos acima da média”, mas não chegou a ficar fora do ar. O Itaú Unibanco, também por meio de nota, disse que houve “indisponibilidade” em seu site, mas a normalidade foi retomada em seguida.

Fonte: Agência Brasil

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Brasil está preparado para ataques virtuais?


São Paulo – Um estudo sobre ataques cibernéticos aponta o Brasil como um dos países menos preparados para lidar com este tipo de ação.

O estudo Cyber Defense Report, produzido pelo centro de pesquisas belga Security Defense Agenda (SDA) e pela McAfee, analisou a preparação de 23 países em ataques virtuais. No entanto, nenhum obteve a nota máxima (5 pontos).

Brasil, Índia e Romênia receberam nota 2,5 e ficaram apenas à frente do México. Os melhores posicionados foram Israel, Finlândia e Suécia, que receberam nota 4,5.

As notas aplicadas pelo estudo consideram medidas básicas de segurança como firewalls e antivírus, além de proteções mais avançadas como educação e grau de informação do governo.

Segundo o estudo, países da América Latina tendem a possuir uma infraestrutura e tecnologia desatualizadas, além de não contarem com legislações específicas contra crimes cibernéticos.

Um exemplo de impunidade sobre crimes cibernéticos no Brasil pode ser acompanhado ao longo desta semana, quando sites de instituições financeiras viraram alvo de ataques, deixando os serviços indisponíveis. O estudo também aponta certa vantagem aos crackers que atacam sistemas com fins de espionagem ou para praticar roubos.

No próprio estudo, o diretor do Departamento de Segurança da Informação e Comunicações da Presidência da República, Raphael Mandarino, afirma que devido ao Brasil não estar envolvido em guerras, o país não enxerga o espaço cibernético como uma ameaça local e que a infraestrutura foi criada para proteger os sistemas internos do governo.

O estudo aponta como solução o compartilhamento de informações entre os países para criarem proteções mais avançadas para as ameaças virtuais.

Fonte: Exame.com

Hackers mudam cronograma e atacam site do HSBC


São Paulo - O alvo desta quinta-feira (02) dos hackers brasileiros, do Grupo Anonymous, não foi a Caixa Econômica Federal, como anunciado nas redes sociais, e sim o portal do HSBC. Há mais de 40 minutos, por volta de 11h30, o site apresentou lentidão e dificuldade de acesso. Nos últimos três dias, os sites do Itaú, Bradesco e Banco do Brasil foram atacados.

A assessoria de imprensa do HSBC não confirma o ataque. Segundo nota enviada à Exame.com, o portal do banco está apresentando um volume de acessos acima do esperado. "O HSBC está trabalhando para normalizar o serviço e esclarece aos clientes que há outros canais alternativos de atendimento, como caixas eletrônicos e Phone Center", informa a assessoria do banco.

Enquanto isso, os hackers celebram mais um ataque nas redes sociais: "HSBC - No Brasil e no mundo. Menos na Internet! - Tango Down - alvo caído em português". A meta dos hackers é invadir um site de banco por dia nesta semana. A previsão é que o alvo de amanhã seja o Santander, segundo as redes sociais. O grupo diz que os ataques da chamada "OpWeeksPayment" - algo como "operação semana de pagamento de salários - têm como objetivo alertar a população brasileira sobre a injustiça e a corrupção no País.

Fonte: Exame.com

Pagamento da parcela do Simples Nacional de janeiro é prorrogado para março

Brasília – Os micro e pequenos empresários e os empreendedores individuais que fazem o recolhimento simplificado de tributos ganharam mais tempo para pagar a parcela de janeiro. A Receita Federal prorrogou para 12 de março o vencimento do Simples Nacional referente ao mês passado. Originalmente, o pagamento teria de ser recolhido até 22 de fevereiro.

De acordo com o Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), coordenado pela Receita e responsável pelo regime especial, a adaptação do programa de computador que calcula o valor da parcela em relação aos novos limites de enquadramento provocou a mudança de data. O aplicativo, que ficaria pronto no início de fevereiro só estará disponível em 5 de março.

O Fisco esclareceu que tanto os contribuintes já inscritos no Simples Nacional como os que pediram a adesão em janeiro não terão nenhum prejuízo em relação às opções e ao pagamento dos tributos. Isso porque o novo aplicativo de cálculo estará ajustado com os novos benefícios e limites que entraram em vigor neste ano.

O limite máximo de faturamento anual passou de R$ 240 mil para R$ 360 mil para microempresas e de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões para as pequenas empresas. Para os empreendedores individuais, profissionais autônomos formalizados, o teto subiu de R$ 36 mil para R$ 60 mil.

O Comitê Gestor do Simples Nacional também estabeleceu o prazo de entrega da Declaração Anual do Simples Nacional (Dasn). O documento poderá ser enviado até 16 de abril, e o aplicativo para o preenchimento dos dados estará disponível a partir 1º de março. As empresas com sede em municípios que tiverem decretado calamidade pública até 16 de abril poderão entregar o documento em 30 de junho. Este é o último ano em que os contribuintes terão de enviar a Dasn.

Na última terça-feira (31), acabou o prazo para pedir novas adesões ao Simples Nacional. De acordo com o comitê gestor do programa, 244.501 contribuintes pediram a inclusão no programa dentro do prazo. A Receita Federal processará as requisições e divulgará o resultado final até 15 de fevereiro.

Criado em 2007, o Simples Nacional reúne, em um pagamento único, seis tributos federais: Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), PIS/Pasep, Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e contribuição patronal para o INSS.

O recolhimento simplificado também abrange o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cobrado pelos estados e o Distrito Federal, e o Imposto Sobre Serviços (ISS), de responsabilidade dos municípios. No Simei, os empreendedores individuais pagam 5% sobre o salário mínimo (R$ 31,10 por mês) à Previdência Social, além de R$ 1 de ICMS ou R$ 5 de ISS, dependendo do ramo de atividade. Atualmente, 5,7 milhões de empresas e 1,8 milhão de empreendedores individuais fazem o recolhimento simplificado de tributos.

Fonte: Agência Brasil